Desenvolvedor web em Porto Alegre
Seguindo o primeiro benchmark de JavaScript, este post trata do mesmo teste no Linux.
Sigo usando o Webkit SunSpider 0.9 para o teste. Já a máquina do teste é diferente: um AMD Athlon 64 3200+ 2GHz, 2.5 GB de RAM, rodando Ubuntu 9.04. Sendo assim, favor não comparar estes resultados diretamente aos resultados do benchmark versão Windows, que foram rodados em máquina mais potente.
Neste teste, foram utilizados os 3 navegadores principais para Linux:
Relembrando um pouco do que consiste o teste:
Fiz 3 rodadas por navegador. Cada rodada consiste de 5 execuções completas do SunSpider. Assim, cada número apresentado na tabela é a média de 5 execuções do teste (com exceção da média final, que é a média das 3 rodadas). A unidade de medida é ms.
Após os testes no Windows, não tive grandes surpresas neste:
| Rodada 1 | Rodada 2 | Rodada 3 | Média | |
|---|---|---|---|---|
| Firefox 3.0.10 | 5664,4 | 5546,4 | 5494 | 5568,27 |
| Konqueror 4.2.2 | 6809 | 6818,4 | 6842 | 6823,13 |
| Opera 9.64 | 10289 | 10388,2 | 10345,6 | 10340,93 |
Como podemos ver na tabela, o Firefox ainda é a solução mais rápida para o Linux. Pelo menos até sair o Google Chrome nativo pra Linux.
E encerro aqui o Benchmark de JavaScript de nº1. Para os macmaníacos, eu sinto, mas não possuo um Mac pra fazer o teste no Mac OS X. Não possuo.
Hoje realizei um benchmark de JavaScript com as versões mais recentes dos 5 navegadores mais populares:
O benchmark utilizado é um dos mais tradicionais: o Webkit SunSpider 0.9. Ele não testa DOM nem APIs específicas de navegador, mas sim o core da execução JavaScript.
Quanto ao ambiente de teste: um Intel Core2Duo E8400 3GHz, com 2GB de RAM, rodando Microsoft Windows Vista SP1 32 bits.
Fiz 3 rodadas por navegador. Cada rodada consiste de 5 execuções completas do SunSpider. Assim, cada número apresentado na tabela é a média de 5 execuções do teste (com exceção da média final, que é a média das 3 rodadas).
Reconheço que tive duas surpresas “mais ou menos grandes”. Uma positiva, e uma extremamente negativa.
Por fim, a tabela de resultados, que fala melhor do que eu. Cada número está em ms.
|
Rodada 1 |
Rodada 2 |
Rodada 3 |
Média |
|
|
Firefox 3.0.10 |
2190,40 |
2203,20 |
2219,60 |
2204,40 |
|
Google Chrome 2.0.172.28 |
490,60 |
486,60 |
480,80 |
486,00 |
|
Internet Explorer 8.0.6001.18702 |
4035,80 |
4041,40 |
4035,20 |
4037,47 |
|
Opera 9.64 |
2801,60 |
2820,40 |
2839,60 |
2820,53 |
|
Safari 4 Public Beta – 528.16 |
620,80 |
628,60 |
635,60 |
628,33 |
Conforme eu esperava, o novíssimo Google Chrome 2 superou o Safari 4, que tinha sido o melhor em um teste que fiz há alguns meses atrás. Contudo, ele foi minha primeira surpresa, a positiva: a diferença gritante de desempenho entre os demais navegadores. O pessoal do Google tá se puxando. O Firefox, meu navegador favorito, ficou com um desempenho 4,5 vezes pior. Em um mundo cada vez com mais aplicativos online baseados em JavaScript, uma execução rápida é importantíssima, e o Google Chrome está provando que ele é o melhor nesse quesito. Mas não podemos negar que o pessoal da maçã está surpreendendo com o Safari.
Minha surpresa negativa foi o Opera. Este excelente navegador ficou em 4º lugar entre 5, ganhando apenas do Internet Explorer. Ver o Internet Explorer em último não é nenhuma surpresa, é claro; ele é de longe o pior em tempo de execução, com tempo quase 1,5 vezes maior que o Opera.
Logo, o ranking:
Era isso. Eu estou usando o Chrome, em casa.
Após desconectar meu segundo monitor, o Ubuntu conseguiu bootar em modo gráfico. Instalei ele por 2 dias para experimentar.
Uma coisa foi negativa, na minha opinião, mas eu já esperava por ela: passei um pouco de trabalho pra configurar o driver de vídeo corretamente. Ao instalar o driver da nVidia e tentar abrir a config de resolução, ele abriu automaticamente o nvidia-settings (muito bom!). Contudo, configurei, e ao clicar no botão que salva a config no xorg.conf, deu erro na permissão (pois não estava executando como root). Resolvi fechando ele e reabrindo com sudo. Pra mim isso é fácil. Pra um usuário completamente leigo, isso é impensável.
Duas me surpreenderam positivamente:
Fora isso, não vi grandes mudanças. Tem uns temas visuais novos, mas nenhum que seja muito mais agradável do que o marrom-alaranjado que já é padrão no Ubuntu. Tem também o novo sistema de notificação; legalzinho, mas não muito impressionante. Talvez eu que não seja de me impressionar fácil.
Enfim, recomendo para quem está acostumado com Linux. Mas ainda não recomendaria pra um usuário leigo que só conheça Windows. A impressão foi boa, mas não achei grandes novidades além das duas que falei acima. Não foi uma explosão de novidades, como no lançamento das versões anteriores do Ubuntu.
Ainda estou um pouco decepcionado. Esperava mais.
Baixei a iso do Ubuntu 9.04, Jaunty Jackalope. Experimentar as poucas inovações de interface, mas quem sabe fica mais legal com as mudanças de boot e de sistema de arquivos.
Bootei o Desktop CD, e no fim do boot, me deparo com isto:
.jpg)
De cara, uma falha no servidor X. Isso porque a foto é estática. Essas barras ficavam piscando e trocando de cor. Um verdadeiro teste de epilepsia.
Realmente, o novo Ubuntu me surpreendeu. Negativamente. Nunca tive esses problemas nas versões anteriores do Ubuntu, e uma versão nova (a qual eu esperava que tivesse um suporte melhor a hardware) se demonstrou menos adaptável. Pelo menos na minha experiência.
Decepção total.
Por essas e outras, sigo no Windows.
A nova versão do Internet Explorer vai corrigir a implementação da função JavaScript getElementById.
Segundo a recomendação do W3C, essa função deveria retornar o elemento cujo atributo ID fosse igual ao parâmetro passado à função. Contudo, nos IEs até a versão 7, esta função retornava o elemento cujo atributo ID ou cujo atributo NAME fosse igual ao parâmetro. A desculpa da Microsoft era que segundo o próprio W3C, ID e NAME compartilham do mesmo namespace. Explico.
Segundo o W3C, se um elemento tem name igual a “abc”, apenas esse elemento pode ter um “id” igual a “abc”, se for da vontade do desenvolvedor definir ambos atributos. A Microsoft seguiu a lógica furada de que, mesmo não havendo um elemento com o id passado por parâmetro, se houvesse seria aquele cujo name é igual ao id passado. Ou seja, buscavam no atributo name também.
Agora, se deram conta da cagada do erro cometido e corrigiram na versão 8. Caso a página aberta no 8 esteja em modo de compatibilidade (pra rodar como o 7), ele roda a versão antiga da função.
Parece que realmente a Microsoft está tomando jeito e querendo arrumar as coisas com essa nova versão. O suporte aos padrões W3C parecem realmente estar sendo bem suportados. Vejamos se começarão com as coisas corretas desde o início no Microsoft Gazelle, o novo navegador que eles estão prometendo. Mas isso é assunto pra outro post. 

Encontrei essa visitando um blog. Merece ser postada.
Com vocês, a música do Pi:


Foi com uma extrema satisfação que vi a tabela de market share de browsers para fevereiro de 2009 ( http://min2.me/y ), levantada pelo Net Applications.
Lá, pode-se ver que, de janeiro para fevereiro, o uso de Firefox 3.0 ultrapassou o de Internet Explorer 6; por pouquinho, mas passou.
Os 3 primeiros da lista agora são:
| Microsoft Internet Explorer 7.0 | 47.32% |
| Firefox 3.0 | 19.11% |
| Microsoft Internet Explorer 6.0 | 18.85% |
Isso demonstra que o IE6 realmente está em declínio, uma ótima notícia para os desenvolvedores web; esse browser, além de ser inseguro, tem uma tecnologia ultrapassada e suporte precário aos padrões do W3C.
O Internet Explorer 7 manteve o índice de 47,32%, continuando na liderança. Já a versão 8 tem 1,17%, ocupando a 7ª posição, ultrapassando até o veterano Opera 9.x (9ª posição com 0,67%).
Continuemos com as campanhas “Fora IE6″ em nossos projetos, parece que está dando certo.

Li essa piada no Orkut. Ela é extremamente idiota, e por isso mesmo fiquei rindo por um bom tempo.
Mas aviso: é piada nerd. Nem todos vão entender.
Um certo dia, conversavam o cos(x) e o e^x. Durante a conversa, o cos(x) avistou que a derivada vinha chegando e, apavorado, disse ao e^x:
- Vamos sair daqui! A derivada vem vindo e irá nos alterar!
E o e^x:
- Eu não tenho medo! Pode vir que não me assusta!
Então, o cos(x) correu e a derivada se aproximou do e^x e disse:
- Você não tem medo por eu ser a derivada?
- Não, eu não tenho… mesmo porquê eu sou o e^x, não sabe…
- Sei! O que você não sabe é que sou a derivada em relação a Y!
Ok, podem me bater mas eu continuo rindo.


Hoje recebi uma sugestão de que um site que administro deveria utilizar web 2.0.
Cada vez que escuto esse termo o sangue me sobe à cabeça.
O referido site já utiliza técnicas como AJAX e outras modernas como as que vemos por aí nas buzzwords. Agora, inaceitável pra mim é a buzz “web 2.0″.
Desde quando criaram versionamento pra web? O que é EXATAMENTE a web 2.0? Alguém pode dar uma definição formal do que ela é? Qual órgão oficial definiu as especificações dessa “nova versão”?
A web 2.0 NÃO EXISTE, mas muita gente insiste no uso do termo. Já se fala em web 3.0 por aí! Tudo por conta do movimento colaborativo e interfaces ricas, e afins. Isso certamente é bom e vem para enriquecer a experiência dos usuários. Mas isso não é a criação de uma nova versão de web; o uso de tal termo sequer deve ser encorajado.
Semelhante coisa ocorre com os MP3 players. Obtiveram esse nome devido a sua capacidade de reproduzir arquivos com codificação de áudio “MPEG-1 Audio Layer 3″ (mais conhecida por MP3). Depois vieram os MP4, reprodutores de vídeo, pois MP4 vem de “MPEG-4 Part 14″, uma padrão de container de áudio e vídeo. Mas o marketing gostou dessa coisa de somar um. Já lançaram MP5, MP6, etc. Até MP9 eu já vi. Mas esses números não tem lógica alguma. MP3 e MP4 são padrões de fato. A partir de MP5 é balela.
A mesma coisa se dá com o uso de “Web 2.0″. Uma buzzword não oficial e sem sentido, e pior: sem definição exata.
Profissionais de web: abandonem o uso desse termo, e desencorajem seu uso.
Falem sobre “Web 2.0″ com seus filhos. Antes que outro o faça.
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